BRUNO Z E UMA PROSA MUSICAL
- 14 de ago. de 2020
- 12 min de leitura
Atualizado: 15 de ago. de 2020

A Prosa Musical do dia é com o compositor, produtor e radialista Bruno Z , então já acessa o youtube nesse link ( https://www.youtube.com/channel/UCxfyLybR-8d90_GeSzHZ4zQ/videos ) inscreva-se no canal e solta o play que o Fellipe CDC vai começar as perguntas agora mesmo!
Fellipe CDC:
01) Bruno Z, seja bem-vindo às páginas virtuais da Escola de Rock DF. Um grande prazer ter você por aqui. Obrigado. Todos os seus projetos musicais oscilaram entre o rock, o indie e o folk, nunca teve nenhuma banda de metal ou punk. Então devo deduzir que os cascudos que te dei quando você era um menino buchudo da QNJ (quadra residencial de Taguatinga Norte) não serviram de nada, certo? Mas, por outro lado, é bom que fique evidente, principalmente para o novo Ministro da Educação, que castigos físicos não educam ninguém! Foi a sua tia Simone que te mostrou o caminho do rock? Qual o primeiro disco de rock que ouviu?
Bruno Z:
Primeiramente quero agradecer a você pelo espaço neste magnífico site que é o Escola de Rock. É um prazer estar aqui. Olha, você já começou errado hein kk. Os cascudos valeram. Eu tive sim uma banda punk nos primórdios da Dínamo Z. Se chamava Mal Criados Mudos. Fazíamos um punk rock poético com influências de Cólera e Ramones. Com o passar do tempo, introduzimos outras influências nas músicas e tivemos que mudar o nome da banda, que chegou a se chamar Ursula Z. rsrs
É verdade. Quem realmente me fez gostar de Rock foi minha Tia Simone. Você também teve uma certa participação. Lembro, que aos 12 anos ganhei um presente seu: a primeira demo do Death Slam (Circle of Menstruation). Um tempo depois me mostrou no seu fanzine a banda Câmbio Negro. Fábio (meu amigo de matanças de aula na época) e eu, piramos.
Voltando a minha tia. Eu já gostava muito de música, e prestava atenção nos discos de vinil que ela ouvia lá em casa aos sábados. Muitas vezes ela chegava com vários discos e passava o dia inteiro ouvindo Rock Nacional e Janis Joplin. Os dois primeiros discos de Rock que ouvi foram "Eu nasci há dez mil anos atrás (Raul Seixas) e o In Concert da Janis Joplin (um ao vivo lindo). Falo desses dois porque não sei qual foi o primeiro ou o segundo. Desde então, passei a me interessar por quase todas as vertentes do gênero.
Fellipe CDC:
02) O músico Robson foi quem te ensinou os primeiros acordes e com quem você montou a DÍNAMO Z. Conte um pouco sobre a sua amizade com o grande baixista Robson e o começo da DÍNAMO.
Bruno Z:. Então, conheci o Robson em 2003, quando fui morar na QNG 30 em Taguatinga Norte. Lá, o Robson puxou conversa comigo porque eu estava ouvindo Pixies (rsrs). E eu já estava de olho nele ouvindo Smiths (kkk). A partir daí, nos tornamos grandes amigos, ou, quase irmãos. Ele viu minhas letras, que tinha melodias mas eu ainda não sabia tocar violão. Então, me ensinou os primeiros acordes para que eu pudesse tocar minhas músicas. Assim formamos uma banda. Fellipe CDC:
03) Ainda sobre a DÍNAMO, comente sobre os materiais lançados e os motivos que o fizeram dar cabo da banda.
Bruno Z:
A Dínamo Z ao longo dos seus 17 anos de existência lançou respectivamente:
Dínamo Z (EP), 26:22 (EP), Hey Amor! (EP), Ao Vivo no Aftosa (disco pirata), Deixa ir (single), Estúdio Porão do Rock (EP), Tudo aquilo que imaginou (single), O Mundo Mudou (single e clipe), No Parque (single), Indie Rock Nacional (álbum).
A banda acabou por falta de integrantes. No final de 2018, logo após o lançamento do nosso tão esperado álbum cheio (Indie Rock Nacional - composto por 12 canções inéditas), o guitarrista (Jesus Júnior) e o baterista (Maikon Reis) tiveram que deixar a banda. Isso foi um baque muito grande. Robson e eu, ficamos desanimados para procurar novos integrantes naquela altura do campeonato. O esforço para terminar o disco foi muito grande, e às vésperas da "turnê" de divulgação foi foda ver dois integrantes saindo fora ao mesmo tempo. Isso me deixou puto e desanimado na época.
Fellipe CDC:
04) Por quanto tempo você esteve à frente do projeto musical SUPERFOLK e o que ele acrescentou em sua carreira musical?
Bruno Z: O SUPERFOLK foi um projeto paralelo que durou mais ou menos entre 2008 e 2017. Eram canções que eu gostava de tocar em casa em formato acústico, mas queria apresentar as versões nos lugares públicos. Não tinha integrantes oficiais, mas participaram do projeto: meu parceiro Robson Gomes (Barbarella B) e o baterista Tiago Dias, entre outros amigos. O SUPERFOLK além de satisfazer minha vontade de tocar diferentes versões de músicas que sempre gostei, me fez compor canções além das que eu fazia para tocar na Dínamo Z. Portanto, acrescentou muito em minha carreira musical como compositor e instrumentista. Atualmente o SUPERFOLK é coordenado pelos amigos e músicos Marcondes Vieira e Fábio. Cedi o nome para um belo projeto de músicas folks que eles realizam. Vale a pena conhecer, são ótimos! Sigam no instagram: @superfolk9 Fellipe CDC:
05) Por qual razão você desistiu de ter uma banda e seguir uma carreira solo? E o Bruno Z está embalado, certo?
Bruno Z: Na verdade a banda acabou porque só havia restado eu e Robson Z na Dínamo, após a saída do guitarra e do batera ao mesmo tempo. Nesse momento decidimos dar um tempo. Porém, eu continuei tocando em bares e eventos como sempre fiz. Então veio a necessidade de compor e querer tocar canções autorais antigas ou novas versões de músicas que já tinha feito. Então resolvi iniciar um projeto solo sem me prender a integrantes fixos. Ter uma banda é maravilhoso, mas também é muito sofrimento. Parece um casamento: a diferença é que você não come seus cônjuges, e às vezes ainda leva no rabo (kkkkk). Sentido figurado hein. Mas o Robson (baixista) e eu pretendemos fazer reuniões esporádicas da Dìnamo Z, com integrantes que já passaram pela banda e novos convidados também. Fellipe CDC:
06) Você já lançou alguns singles que comporão o álbum “Baladas artesanais com cervejas baratas”. Como foram as repercussões dessas músicas e para quando podemos esperar o álbum físico?
Bruno Z: Estou focado no meu projeto solo e ralando muito. E isso tem gerado alguns frutos e novos seguidores do meu trabalho. Até agora lancei 6 singles que estarão presentes no disco "Baladas Artesanais com Cervejas Baratas". Pretendo lançar mais alguns singles antes de lançar o álbum completo. A repercussão tem sido boa, pois estou tratando as músicas desde sua concepção até o lançamento, uma por uma. E nunca tinha feito dessa maneira. Trabalhar single por single é interessante porque você consegue dar a devida importância na execução e na divulgação que cada canção merece. Faço eu mesmo o release de todas as canções acabo que eu mesmo faço minha própria assessoria de imprensa. É trabalhoso, mas vale a pena. Cada canção é como um filho, então temos que tratar com carinho desde o seu nascimento até a vida adulta. O disco está sendo produzido no Estúdio Montana (Centro de Taguatinga - Paranoá Center) pelo amigo e multi-instrumentista Hals, que fez parte da primeira formação da Dínamo Z. Fellipe CDC:
07) “Gana de viver” foi o seu primeiro vídeo clipe. Como foi essa experiência e como chegou na equipe de trabalho? Fale também sobre a doce participação da palhaça Berinjela no clipe.
Bruno Z: O primeiro clipe foi para o single de estreia da minha carreira solo: "Continue" - a canção trata de um tema sensível, que é o suicídio. Foi lançada no meu aniversário (18/09) e bem na época do "Setembro Amarelo" (Campanha contra o suicídio). Apesar de ter sido o segundo clipe, Gana de Viver é muito especial por ter sido um grande desafio pessoal. No primeiro clipe eu atuei praticamente sozinho, tocando e cantando. Não parece, mas sou extremamente tímido. E trabalhar com a Érika Mesquita, a palhaça Berinjela, foi incrível. Em um único dia na casa do grande jornalista e amigo Mário Pazcheco, onde foi gravado o vídeo, aprendi muito com ela. Dirigido por Eliza Mendes E Werry Rodrigues (Produtora Bandas de Rock), o clipe tem um roteiro bem dinâmico, onde preciso me soltar bastante, e isso foi uma barreira. A palhaça Berinjela é uma artista circense que já rodou o mundo inteiro com o Circo Rebote, mas a sua simpatia me destravou bastante e vou levar esta experiência para o resto da vida; tanto no palco quanto na vida. Os clipes estão no meu canal do You Tube. Aproveitem e se INSCREVA lá pra dar uma força:

Fellipe CDC:
08) A sua parceria com o músico e produtor Robson Gomes fez render 3 excelentes festivais: Rock na Rua, Danada e Módulo B. Em tom de pedido, quero saber quando essa parceria será efetivada e esses festivais retornarão ao mundo real?
Bruno Z: Olha, o Robson Gomes além de ser um grande amigo, é um parceiro musical e de produção também. Fizemos vários festivais, tocamos juntos (Dínamo Z e Superfolk) e até formamos uma cooperativa de bandas (Módulo B), que na época era uma ação revolucionária, e até hoje poderia ser. Mas o mundo ficou muito virtual. Isso facilitou a vida de artistas, mas também cortou algumas raízes que poderiam gerar frutos melhores para o rock e o próprio planeta. A gente panfletava muito. Colocava-mos as bandas para tocarem sem receber nada em troca. Pelo contrário, você mais do que ninguém, sabe que isso faz é gastar dinheiro e não ganhar rsrs. Fazíamos para ver algo acontecer fora da tradicional agenda cultural da cidade. Nós fizemos festivais, festas e eventos de rock de todas as vertentes, e sempre com o intuito de unir as bandas autorais em prol de um novo movimento independente. Tudo isso pelo simples prazer de ver o rock acontecer em praças públicas. O Rock na Rua era um evento quase que terrorista. Sem autorização, a gente marcava local, data e horário, divulgava noite a dentro, panfletando no corpo a corpo. E no dia do evento, puxávamos uma extensão e fazíamos os shows. Sempre estou em contato com o Robson, pois somos compadres também. Às vezes conversamos sobre a possibilidade de produzir algo, porém, ele é um pai de família e um professor de filosofia bastante comprometido com o trabalho. Mas espero que possamos retomar alguns projetos e até mesmo criar novos rumos para o Radar Satélite, que existe até hoje no formato de blog. Acessem lá, que tem tudo guardado desde a época que começamos todos esses movimentos. ( http://radarsatelite.blogspot.com/ ) Fellipe CDC:
09) Você também produziu outros eventos, mas um deles é extremamente marcante: o Rockriança. Por favor, explique aos leitores no que consiste esse evento, se é que eles já não saibam...
Bruno Z: O Rocrkiança é um evento feito para as crianças aprenderem desde cedo a importância da solidariedade, e é claro ouvirem rock brincando para não se esquecerem de ter bom gosto musical rsrs. É uma ação beneficente, independente e apartidária. Um festival de Rock, com bandas autorais da cidade, onde o ingresso é um brinquedo novo ou em bom estado, livros, fraldas ou mantimentos. No evento colocamos cama elástica, tobogã, escorregador, piscina de bolinhas entre outros atrativos para que as crianças brinquem ouvindo as bandas tocarem enquanto seus papais e mamães ou tios também se divertem. Com a ajuda de voluntários, também distribuímos doces e kits; fazemos brincadeiras, pintura de rosto, etc. Tudo que é arrecadado no evento, distribuímos para crianças de comunidades carentes ou em situação de rua. Por tanto o Rockriança passa por três etapas. A campanha antes do evento, o dia do evento, e as entregas das doações. Foi criado para isso. Fizemos 5 edições no Quiosque Cultural Aftosa, com a parceria do meu querido amigo Juselino, vulgo Vô. O projeto cresceu mais do que imaginávamos graças ao apoio de empresas locais e parceiros. Porém, foi interrompido por falta de verba. Tentamos fazer em 2018, más os únicos parceiros que ofereceram ajuda foram políticos querendo ganhar as eleições daquele ano. Então, achei melhor dar um tempo até conseguir estrutura não vinda de interesses eleitorais. Estou trabalhando para que o projeto volte em breve, não só em Taguatinga mas também em outros bairros do Distrito Federal. Com estrutura grande ou não farei acontecer, pois é um projeto muito bonito. Fellipe CDC:
10) Ao lado do Robson Gomes você também publicou o fanzine “Radar Satélite”. Quantas cópias foram distribuídas de cada edição e quantos números foram publicados?
Bruno Z: O fanzine como disse acima, existe como blog até hoje. E algumas edições impressas também existem online dentro do blog. Estas informações de tiragem, distribuição e edição, talvez só o Robson Gomes tenha. Eu panfletava, escrevia artigos, releases e resenhas dos shows que fazíamos e produzíamos. O Robson, além de escrever também, cuidava da arte e de toda a parte burocrática e mecânica do Radar Satélite. Ou seja, ele é o cara do fanzine. rsrs. Fellipe CDC:
11) E sobre a sua vida como radialista, a quantas anda? Quais os programas apresentou e qual a sua nova investida no mundo das ondas sonoras e/ou virtuais?
Bruno Z: Atualmente não estou trabalhando em nenhuma atividade radialística, infelizmente. O rádio é uma das minhas maiores paixões. Quanto aos programas que apresentei, o primeiro foi o Maionese Alternativa (viajando o mundo com a música) - que idealizei ao lado da minha saudosa amiga Gabriella Riot. O Maionese abordava as notícias do mundo da música através de divertidos quadros, além de ter sempre espaço dedicado aos artistas autorais da cidade. O programa se transformou em uma incrível rádio online, que teve a programação interrompida com a triste partida da Gabi, que perdeu a luta contra o câncer. O projeto Maionese Alternativa está voltando aos pouquinhos com ajuda do jornalista Chico Amorim, que está administrando as redes sociais no momento. O segundo programa foi o BRockado, dedicado integralmente às bandas locais e independentes. Este programa teve um objetivo que foi cumprido e me sinto muito feliz por isso. Criamos a campanha "Toca Meu Rock no Rádio", que tinha objetivo de fazer com que as rádios públicas e privadas do Distrito Federal fossem obrigadas por Lei, a dedicarem parte de sua programação às bandas independentes da cidade. Fizemos uma iniciativa popular que não foi pra frente, por falta de adesão dos próprios roqueiros. Mas através do deputado Ricardo Vale (PT), conseguimos gerar desta campanha, a Lei que tornou o Rock de Brasília, patrimônio Cultural e Imaterial da cidade. Mas a Secult ainda precisa reconhecer este título, para que possamos usar a lei em prol dos projetos artísticos. Enfim, o importante foi que através de todo esse movimento criado no programa BRockado conseguimos transformar o Rock de Brasília em patrimônio (a única cidade no mundo com este título), e isso fez com que emissoras como a Transamérica, veiculassem e produzissem festivais focados na música independente local. O programa BRockado era uma trincheira, pois só existia para lutar por algo. Fizemos festivais, além do BRockado na Quadra, que era o programa com bandas tocando vivo no meio da quadra em frente a Rádio Esplanada na 505 Sul. O BRockado como um todo era muito prazeroso, mas muito cansativo de fazer pois não existia equipe ou parceiro. Era apenas eu. E a falta de parceria das bandas em ajudar a divulgar o programa me fez desistir e ir cuidar de outros projetos. Acho que o BRockado cumpriu a sua missão, além de entrevistar e veicular a maioria dos artistas e produtores de Rock do DF. Apresentei também o Hora Z na Web Zone Rádio. O programa era uma farofa de coisas que eu gostava. Falava novidades do rock mundial e independente também, além de contar curiosidades em torno dos artistas e das canções veiculadas. Tenho planos para programas futuros, mas por enquanto estão só na cabeça.

Fellipe CDC:
12) O que a cidade de Taguatinga representa para você?
Bruno Z: Cara, Taguatinga pra mim é melhor cidade do mundo sem dúvida. A minha família sempre morou de aluguel, por isso passei por todas as QNs da cidade rsrsrs. Taguatinga foi berço de amor e cama de prazer. Tudo que mais amo foi feito aqui. Montei a minha sonhada banda, conheci os melhores amigos que alguém pode ter. Aqui amei, aqui sofri e levantei. Aqui sonhei e realizei alguns sonhos e ainda pretendo realizar muitos. Levarei o nome desta cidade onde estiver. Temos problemas sociais como todos os lugares, mas nossa arte e afago encobrem qualquer pecado desta maravilha do cerrado. Conhecer Brasília e não vir a Taguatinga é ver o concreto sem alma. É como ver o show do Black Sabbath sem o Ozzy, ou, sem o Dio. Isso vale para turistas e moradores do DF rsrs. Fellipe CDC:
13) Para a última pergunta, quero saber de duas coisas: como foi participar do concurso para a música do Pacotão e como você se virou nesses dias que os bares ficaram fechados e não pode se apresentar? É isso, mais uma vez, obrigado pela sua participação.
Bruno Z: Participei de três edições do Pacotão como compositor e intérprete. Em 2020 voltei a participar do icônico bloco, musicando uma letra que o Tomaz André do Zine Oficial me mandou e eu tratei de finalizar. Infelizmente não fui campeão em nenhuma das edições. Acho que a minha crítica aos temas e ao próprio concurso foi muito árdua para as hemorróidas dos jurados foliões. Mas é legal. O Pacotão é divertido, apesar da necessidade de renovação. Gosto de compor marchinhas para falar mal dos políticos e isso é uma tradição no bloco! Ano que vem a gente tenta de novo. rsrs. Em relação a pandemia, tive minha renda interrompida assim que começou a quarentena, pois estou vivendo integralmente de música há mais de quatro anos. Fazia em média de cinco a seis shows por semana contando bares, festas e eventos. Como tenho contas a pagar como qualquer trabalhador e fui obrigado a me reinventar. Além de continuar tocando e cantando através de lives, comecei a vender produtos como camisetas, canecas, entre outros materiais de divulgação do meu trabalho autoral Apesar do pouco retorno em relação a atividade na música, fãs, pessoas que conheceram meu trabalho agora, até de outros estados, e principalmente amigos, estão adquirindo as camisetas e canecas do meu futuro álbum: "Baladas Artesanais com Cervejas Baratas". A arte foi feita pelo meu amigo e Cheff Lucas Cardoso. Ficou muito bacana e acho que isso ajudou muito na adesão da galera pelo material. No futuro, após a pandemia, vou convidar todas as pessoas que adquiriram a camiseta a participarem do clipe da música "Cerveja Barata". Eu que agradeço a você e ao Escola de Rock pelo espaço. Abraço forte a todos.
POR FELLIPE CDC, EXCLUSIVO PARA A ESCOLA DE ROCK.DF

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